Escondida aos pés da Serra da Canastra, em Minas Gerais, uma residência simples abrigava um estilo de vida que parecia imune à modernização. Foi nesse cenário que, no ano de 1998, o público conheceu as sete filhas de seu “Zé Izá”, um grupo de mulheres que repartia todas as tarefas agrícolas e sobrevivia sem qualquer contato com o mercado de consumo.
Condições extremas de sobrevivência
No final da década de 1990, o imóvel carecia de facilidades urbanas que já eram comuns no cotidiano da maioria da população brasileira. Faltavam eletricidade, rede de abastecimento de água e até mesmo eletrodomésticos básicos como a geladeira. O banho diário exigia um método rudimentar, onde o líquido era aquecido e despejado em um balde adaptado como chuveiro.
O retorno e a cobertura histórica
Anos mais tarde, em 2002, a equipe de reportagem retornou ao endereço rural para registrar a cerimônia de matrimônio de uma das irmãs, documentando outro marco importante na trajetória daquelas mulheres.
Agora, quase trinta anos após a primeira aparição na televisão, a atração faz uma nova visita ao endereço mineiro para verificar de que maneira o passar dos anos impactou a realidade e o destino da família.






