O Instituto Combustível Legal (ICL) oficializou sua entrada no Pacto Nacional de Enfrentamento a Mercados Ilícitos, projeto liderado pelo Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP).
Estratégia conjunta contra o crime
O programa unifica órgãos públicos e corporações de múltiplos segmentos produtivos para intensificar a troca de dados sobre a infiltração de facções criminosas em mercados regulados, como mineração, tabaco e o setor energético.
Inteligência e investigações
O objetivo central da aliança é fornecer base analítica para operações policiais, investigações e estratégias unificadas de combate ao crime organizado.
Por meio dessa parceria, o ICL passa a repassar informações estratégicas relativas ao comércio de combustíveis e lubrificantes, um segmento frequentemente vulnerável a esquemas de sonegação, irregularidades e concorrência desleal.
“O crime organizado atua de forma cada vez mais estruturada e exige uma resposta articulada. Quando há troca de informações e cooperação entre instituições, ganhamos capacidade de identificar irregularidades e proteger quem trabalha dentro da lei. O setor de combustíveis e lubrificantes tem muito a contribuir com esse esforço”, afirmou Emerson Kapaz, presidente do ICL.
A formalização do acordo contou com as assinaturas de Paulo Gustavo Gonet Branco, presidente do CNMP, e de Carlo Rodrigo Faccio, diretor executivo do ICL.
A coalizão também integra outras organizações de peso, a exemplo da Associação Neo, Abifumo, Abrint, Sinditabaco-BA, Associação Nacional de Jogos e Loterias e o Instituto Brasileiro de Mineração.






