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Democratas conquistam sete vagas republicanas e assumem controle do Senado americano

Democratas viram 7 cadeiras republicanas no Senado dos EUA

O governo de Donald Trump enfrentou reveses expressivos nas eleições de meio de mandato realizadas em novembro de 2026. O Partido Democrata conseguiu arrebatar assentos de parlamentares conservadores e assegurou a maioria na Casa legislativa.

Mudança de panorama em redutos históricos De acordo com análises estatísticas da imprensa internacional, a legenda progressista garantiu vitória em pelo menos sete praças antes dominadas pela oposição, incluindo regiões de forte tradição conservadora.

O impacto no Texas e no Kansas No Texas, o deputado estadual James Talarico bateu Ken Paxton com 55% dos votos e encerrou um jejum que durava desde 1988. A estratégia centrou-se na alta do custo de vida e em críticas aos laços de seu oponente com figuras bilionárias. Paralelamente, no Kansas, o pastor metodista Adam Hamilton superou Roger Marshall por 50,9% a 46,1%, registrando o primeiro triunfo democrata no território desde 1932.

Disputas acirradas no Iowa e em Ohio O cenário desfavorável aos conservadores também se estendeu ao Iowa, onde o atleta paralímpico Josh Turek derrotou Ashley Hinson, capitalizando o descontentamento local com tarifas comerciais e custos de fertilizantes. Em Ohio, o retorno de Sherrod Brown ao Senado foi confirmado após vencer Jon Husted. O parlamentar abordou pautas trabalhistas durante a campanha. “Eu não trabalho para as empresas de serviços. Eu não trabalho para os data centers. Eu não trabalho por Wall Street. Eu trabalho por você, por Ohio”, afirmou Brown na noite de 3ª feira (3.nov.2026), segundo o Guardian.

Novas representações na Carolina do Sul, Carolina do Norte e Maine A médica Annie Andrews fez história na Carolina do Sul ao vencer a senadora Darline Graham, marcando a estreia de uma mulher do partido na vaga e a primeira vitória na região desde 1998. Na Carolina do Norte, o ex-governador Roy Cooper superou Michael Whatley com ampla vantagem. Por fim, no Maine, Troy Jackson desbancou a veterana Susan Collins, apostando em pautas sindicais e críticas à gestão econômica federal.

O resultado consolida uma reviravolta no mapa político dos Estados Unidos, impondo novos desafios à articulação do Executivo federal no Congresso nos próximos anos.

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