O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta quarta-feira (28) que não pretende se meter na recente proclamação do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ). O parlamentar brasileiro havia se autoproclamado o “verdadeiro presidente” do Brasil após fugir para território norte-americano, embora tenha recuado posteriormente para a definição de “líder do Brasil”.
“Não vou comentar sobre isso. Não vou me envolver”, disse o presidente americano a jornalistas, ao ser questionado sobre a declaração de Bolsonaro, que desembarcou em Miami horas antes, acompanhado da família.
Contexto da hospedagem e críticas às eleições Questionado sobre por que seu governo decidiu permitir a entrada deles no país, Trump declarou: “Acho que foram tratados de forma muito injusta. Não tomei posição sobre a eleição, como vocês sabem, mas, quando vejo algo que é inapropriado, eu digo”.
Flávio Bolsonaro afirmou ser o “verdadeiro presidente” do Brasil em um comunicado, embora uma versão posterior tenha sido divulgada na qual ele se definia como o “líder”.
Paralelos com a Venezuela e alianças políticas “Liderarei a oposição” a partir dos Estados Unidos, afirmou Bolsonaro, comparando-se a figuras políticas como os opositores venezuelanos Juan Guaidó e María Corina Machado, ganhadora do Prêmio Nobel da Paz. Vale destacar que Donald Trump mantém laços de forte aliança com a família Bolsonaro.
O cenário eleitoral brasileiro O senador Flávio Bolsonaro recusou-se a aceitar o resultado das urnas após ser derrotado no segundo turno de domingo pelo atual presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
Embora estivesse à frente na apuração do primeiro turno, Lula obteve uma virada histórica impulsionada por uma reviravolta na reta final, logo após o ministro Cristiano Zanin, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinar a prorrogação da votação por duas horas.






