O pleito presidencial de 2026 chegou ao fim neste domingo (25), consagrando a reeleição de Lula (PT) com 51,7% dos votos válidos, enquanto Flávio Bolsonaro (PL) alcançou 48,2% na disputa do segundo turno.
Evolução da apuração e virada histórica A contagem oficial conduzida pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) registrou momentos de alternância na liderança antes de consolidar o resultado final. Inicialmente atrás por aproximadamente 2,2 milhões de sufrágios em relação ao oponente no primeiro turno, o candidato petista alcançou 64,2 milhões de votos, superando os 59,8 milhões obtidos pelo adversário. O gráfico da apuração detalhou duas mudanças no topo: o representante do PL assumiu a frente temporariamente antes de o atual mandatário retomar o comando e garantir a vantagem até o encerramento do escrutínio.
Extensão do horário de votação no país O processo precisou ser estendido até as 19h após determinação do ministro Cristiano Zanin, do Supremo Tribunal Federal (STF), emitida logo após as 17 horas. Como diversos equipamentos já haviam encerrado as atividades, a medida restringiu-se às seções eleitorais que ainda permaneciam abertas.
Pedidos das campanhas ao tribunal Ambos os grupos políticos haviam acionado o TSE requerendo mais tempo para a participação dos cidadãos. A coligação de Lula apontou dificuldades no transporte público, citando escassez de coletivos, frota reduzida e cobrança indevida de tarifas. Por sua vez, a equipe de Flávio Bolsonaro justificou o pedido com base em temporais que atingiram cinco estados brasileiros.
Repercussão e posicionamento dos candidatos Ao oficializar o desfecho do pleito, o presidente do TSE, ministro Kassio Nunes Marques, confirmou o triunfo do petista e declarou ter “toda a segurança no processo eleitoral”. Em contrapartida, o candidato derrotado optou por não reconhecer o resultado, criticou a prorrogação determinada por Zanin e anunciou que acionará a justiça para solicitar a anulação do pleito.






