O ministro da Saúde, Alexandre Padilha (PT), afirmou no domingo (25.out.2026) que a reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) não contará com a instalação de um espaço exclusivo para apoiadores nos moldes do utilizado em administrações passadas.
Entenda o contexto do cercadinho presidencial A menção diz respeito ao aparato metálico onde o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) costumava receber simpatizantes diariamente nas dependências do Palácio da Alvorada, ambiente que ficou marcado por episódios de hostilidade contra profissionais da imprensa.
Em 2023, logo no início da gestão atual, as grades posicionadas na área externa da residência oficial já haviam sido retiradas. A nova garantia foi reforçada pelo ministro durante o acompanhamento dos resultados eleitorais.
“Não haverá cercadinho. Fiquem tranquilos”, declarou Padilha, em tom de brincadeira, no Hotel InterContinental, em São Paulo, onde acompanhou a apuração do 2º turno com Lula e outros aliados do presidente.
Resultado histórico nas urnas A vitória do candidato do PT foi consolidada na disputa contra Flávio Bolsonaro (PL), senador e filho do ex-presidente. Conforme os dados oficiais do Tribunal Superior Eleitoral divulgados às 23h38, com a totalização de 100% das urnas, o petista alcançou 51,79% dos votos válidos, enquanto o adversário registrou 48,21%.
Com este resultado, o representante petista assegura um quarto mandato na chefia do Executivo federal, tornando-se o primeiro político da história do Brasil a ser eleito em quatro ocasiões diferentes por meio do voto direto da população.






