Nova pesquisa Datafolha divulgada nesta sexta-feira (23) aponta o cenário eleitoral para a presidência no Distrito Federal no segundo turno do pleito de outubro.
Cenário da disputa presidencial
Esta é a segunda rodada do levantamento desde que a disputa entre Flávio Bolsonaro (PL) e Lula foi confirmada, no último dia 4. O segundo turno será realizado no próximo domingo (25).
Na mesma data, os eleitores do Distrito Federal também votam para definir a eleição para governador, disputada entre Celina Leão (PP) e Leandro Grass.
Intenções de voto estimuladas
No levantamento estimulado, em que a lista de candidatos é apresentada aos entrevistados, Flávio Bolsonaro (PL) registra 51%, frente aos 49% apontados na rodada anterior, realizada em 9 de outubro.
O candidato Lula (PT) aparece com 42%, oscilação em relação aos 43% anteriores. Eleitores que declararam voto em branco, nulo ou nenhum somam 6% — mantendo o patamar anterior —, enquanto os que não sabem totalizam 1%, ante 2% da pesquisa passada.
Ao analisar apenas os votos válidos, Flávio Bolsonaro (PL) alcança 55% das intenções de voto no Distrito Federal, enquanto Lula (PT) fica com 45%.
Metodologia do levantamento
O trabalho estatístico foi realizado junto a 910 entrevistados entre os dias 20 e 22 de outubro. A margem de erro estimada é de três pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. O registro da pesquisa no sistema eleitoral é o BR-00875/2026.
Avaliação e aprovação da gestão federal
O instituto também aferiu a percepção dos eleitores em relação à administração do governo federal. Entre os participantes, 30% classificam a gestão como “ótima ou boa” — eram 32% no levantamento de 8 de outubro —, ao passo que 19% a avaliam como regular (contra 22% anteriormente).
O grupo que julga a administração como “ruim ou péssima” chegou a 50%, subindo em relação aos 46% registrados na pesquisa anterior. Os que não souberam opinar representam 1%.
No quesito aprovação pessoal do trabalho presidencial, 55% dos entrevistados afirmam que desaprovam a atuação — comparado a 52% na medição do dia 8 —, enquanto 42% aprovam (ante 45%). Os eleitores sem opinião formada somam 3%, recuando dos 4% anteriores.






