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Rogério Marinho confirma candidatura e mira comando do Senado

Rogério Marinho confirma candidatura ao Senado: ‘Faremos cumprir a Constituição’

O senador Rogério Marinho (PL-RN) confirmou recentemente aos parlamentares de sua legenda a decisão de disputar a presidência do Senado Federal. Durante o anúncio, o legislador enviou recados diretos à gestão federal, assegurando que a Casa legislativa manterá postura firme diante de possíveis infrações legais.

Críticas ao governo e acusações de uso de recursos

Na conversa com seus pares, o parlamentar criticou nominalmente o atual chefe do Executivo e classificou o petista como um “Robin Hood às avessas, que dá com uma mão e tira com a outra”.

O candidato do PL também direcionou ataques ao atual presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), apontando que o adversário deve buscar a recondução ao cargo com o respaldo do governo e da esquerda. Segundo o senador potiguar, Alcolumbre tentará captar votos “com recursos e verbas”.

No mesmo encontro, Marinho classificou a articulação digital pró-governo liderada por André Janones como um “Exército de mentira” e abordou o cenário político eleitoral envolvendo aliados.

Promessa de rigor fiscal e manutenção do diálogo

O postulante ao comando da mesa diretora garantiu que a instituição não fechará os olhos para eventuais abusos econômicos e leu um trecho de seu posicionamento político:

“Seremos um presidente que, apoio do povo, faremos cumprir a Constituição … Se a lei de responsabilidade for descumprida, não seremos omissos, cumpriremos a lei”Senador Rogério Marinho (PL-RN)

Apesar das críticas severas à administração central, o senador ponderou que uma eventual vitória sua na Casa Alta não significará o travamento automático das pautas governistas.

“Se Deus quiser, seremos presidente do Congresso. Respeitarei dissidência, porque somos democratas e queremos diálogo”, disse. “Não seremos inconsequentes, não paralisaremos governo”.

Conforme avaliou o parlamentar, caso o Palácio do Planalto encaminhe propostas benéficas para o país, o parlamento fará a aprovação dos textos.

Por fim, ao demonstrar emoção ao recordar o revés político sofrido por Flávio Bolsonaro (PL-RJ), o senador alegou, sem apresentar comprovações, que o parlamentar enfrentou uma “Polícia Federal aparelhada”. Atualmente, Marinho afirma contabilizar mais de quarenta apoios declarados para a disputa interna.

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