Pelo menos quatro voos na Europa foram alvo de ameaças de bomba em uma terça-feira, na sequência de outro episódio registrado no dia anterior. Os alertas geraram mudanças repentinas de rota e a interrupção temporária das atividades em um terminal polonês, embora as varreduras de segurança tenham descartado a presença de qualquer material perigoso nas aeronaves.
H2 Impacto na Polônia e desvios de rota
Um avião da companhia aérea LOT, que decolou de Londres com destino ao aeroporto Chopin em Varsóvia, acabou sendo redirecionado pelas autoridades para o aeroporto de Modlin. Com a chegada da aeronave, a administração local optou por paralisar momentaneamente os serviços no terminal enquanto os protocolos de inspeção eram executados. Os trabalhos foram normalizados logo após as equipes de segurança constatarem que o alarme era infundado, pois nenhum explosivo foi localizado.
Outro caso envolveu um voo da empresa SAS vindo de Copenhague com o mesmo destino na capital polonesa. A aeronave conseguiu aterrissar sem contratempos no aeroporto Chopin, que manteve sua rotina operacional inalterada, uma vez que a vistoria também não apontou a presença de artefatos suspeitos.
H3 Ocorrências na Bulgária e na Espanha
Na capital búlgara, Sófia, um pouso de emergência foi realizado por uma aeronave vinda de Israel após o recebimento de um aviso de bomba enviado por mensagem eletrônica. O secretário-geral do Ministério do Interior, Lyubomir Nikolov, à agência de notícias BTA, indicou que equipes especializadas em contraterrorismo mobilizaram-se para vasculhar o interior do transporte em busca de possíveis artefatos.
A onda de alertas teve início na segunda-feira, quando uma rota da Wizz Air saindo de Londres rumo a Sófia precisou ser desviada para Budapeste. O ministro da Defesa da Hungria, Romulusz Ruszin-Szendi, em uma publicação no Facebook, divulgou os detalhes sobre essa alteração de trajeto.
Já na região de Múrcia, situada no sudeste espanhol, setores de um aeroporto foram interditados no mesmo dia após um aviso de bomba em um voo da Ryanair proveniente de Manchester, na Inglaterra. Novamente, as equipes competentes classificaram o episódio como um alarme falso, permitindo a liberação do espaço aéreo e a retomada integral das atividades comerciais do terminal.






