Um helicóptero com cinco ocupantes caiu em uma propriedade rural localizada em Passos, no Sul de Minas Gerais, durante a tarde deste sábado (7). A aeronave havia deixado o Aeroporto da Pampulha, situado em Belo Horizonte, no final da manhã, informação confirmada pela concessionária que administra o terminal.
Detalhes do voo e acidente
Conforme relataram os militares do Corpo de Bombeiros, o transporte aéreo levava convidados que participariam de um casamento na Fazenda Tiodoro. O acidente aconteceu perto das 13h30, em terras agrícolas localizadas nas proximidades da rodovia MG-050, no trecho que dá acesso à região de Furnas.
Dados levantados pelos socorristas no local apontam que o condutor perdeu o controle da estabilidade do veículo aéreo quando sobrevoava uma plantação de milho. As motivações reais que provocaram a queda ainda precisarão passar por investigações oficiais.
Estado de saúde dos ocupantes
O grupo que viajava na aeronave era composto por três homens e duas mulheres. Todos foram socorridos com vida e encaminhados diretamente para a Santa Casa de Passos. Os registros oficiais indicam que as vítimas estavam conscientes e mantinham quadro estável, apresentando ferimentos nos membros superiores e inferiores, sem registro de óbitos.
Operação de socorro
O atendimento inicial aos feridos contou com o apoio de dois bombeiros militares que passavam pelo local de folga, sendo um representante de Minas Gerais e outro de São Paulo. Na sequência, duas unidades do Pelotão de Passos e equipes do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) atuaram na ocorrência.
Quatro dos passageiros foram deslocados por ambulâncias do Samu, enquanto uma mulher foi conduzida ao hospital por uma viatura de resgate dos bombeiros. A Polícia Militar também marcou presença na zona rural, e a perícia técnica foi acionada para analisar as condições da tragédia.
Dados da aeronave
O modelo envolvido na ocorrência é um Robinson R66, portador da matrícula PP-MYO e fabricado no ano de 2013, de acordo com os registros da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac). O cadastro aponta que o transporte possui uso privado e limite máximo para cinco pessoas, divididas entre um piloto e quatro passageiros.
A situação perante o órgão regulador permanece regularizada, contando com o Certificado de Verificação de Aeronavegabilidade (CVA) válido até o dia 3 de fevereiro de 2027.






