O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, afirmou neste domingo, 25, que “a República se fortalece quando reconhece e respeita a soberania popular”. A declaração foi emitida após a divulgação do resultado da eleição que garantiu a reeleição do presidente Lula.
Apelo por serenidade e união nacional
Em manifestação oficial divulgada após o pleito, o magistrado ressaltou a necessidade de virar a página da campanha eleitoral com foco no desenvolvimento do país.
“Encerrada a disputa eleitoral, é momento de serenidade, responsabilidade e compromisso com o país”, disse. “As diferenças próprias da democracia não devem impedir a construção de caminhos comuns para enfrentar os grandes desafios nacionais. O Brasil precisa de paz, estabilidade institucional e respostas concretas às legítimas aspirações da sociedade.”
Reconhecimento à Justiça Eleitoral
A nota oficial também destacou o papel fundamental dos profissionais envolvidos na organização e segurança do pleito em todo o território nacional.
“Concluídas as eleições de 2026, é tempo de reafirmar o respeito à vontade soberana do povo brasileiro, livremente manifestada nas urnas. A República se fortalece quando reconhece e respeita a soberania popular, fundamento da legitimidade democrática e expressão da cidadania”, pontuou o ministro. “É tempo, também, de agradecer o trabalho de milhares de mesários, voluntários, servidores e magistrados que orgulham o serviço público e concretizam, nas seções de votação, a força da instituição eleitoral, patrimônio do Judiciário brasileiro.”
Diálogo entre os Poderes
O chefe do STF enfatizou ainda a relevância da harmonia constitucional e do respeito mútuo entre Executivo, Legislativo e Judiciário para a preservação do Estado Democrático de Direito.
Por fim, o Supremo Tribunal Federal reafirmou seu papel constitucional e seu compromisso permanente com a ordem democrática brasileira. “É hora de transformar a legitimidade das urnas em compromisso com o futuro, as divergências em diálogo republicano e os desafios em oportunidades de construção coletiva. A Constituição é o nosso ponto de encontro. A democracia é o nosso compromisso permanente”, concluiu.






