Nas primeiras duas horas de votação do segundo turno, um total de 467 urnas eletrônicas precisou ser trocado em território nacional, conforme balanço divulgado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
Logística e substituição de equipamentos O volume de trocas registrado entre 8h e 10h representa apenas 0,09% do total de 499.248 equipamentos distribuídos para o pleito. Para assegurar a continuidade do processo, a Justiça Eleitoral disponibilizou uma reserva técnica com 48.815 dispositivos extras.
Motivos das falhas e comparação com o 1º turno O órgão federal não especificou os fatores que motivaram as trocas, embora ocorrências do tipo costumem estar associadas a problemas operacionais. Durante o primeiro turno, realizado em 4 de outubro, o total de substituições atingiu 1.904 unidades.
Segurança e voto em papel Caso ocorram novas falhas nos equipamentos repostos, a lei eleitoral estabelece o uso de cédulas de papel como medida extrema, cenário que ainda não se mostrou necessário. Neste domingo, o universo de cidadãos aptos a escolher o presidente supera 158,7 milhões de eleitores.
Auditoria e testes de integridade Paralelamente à votação, a sede do TSE em Brasília, no Museu do Voto, abriu às 7h a sala que abriga o teste de integridade das urnas, com transmissão ao vivo pela internet. O procedimento de auditoria simultânea ocorreu nas 26 capitais e no Distrito Federal, com início às 8h, dando continuidade ao método já aplicado na etapa anterior.






