O papa Leão XIV não necessitará de terapias complementares para o adenocarcinoma pulmonar identificado recentemente, conforme anunciou a Santa Sé nesta quarta-feira (21). A intervenção cirúrgica conduzida em 13 de julho foi integralmente bem-sucedida, visto que o tumor estava confinado à região afetada.
Recuperação médica e exames Conforme o boletim emitido pelos profissionais de saúde Luigi Carbone e Stefano Margaritora, o líder católico apresenta ótima evolução pós-operatória, sem “necessidade de tratamento complementar”.
O retorno às atividades públicas Horas antes da divulgação do boletim oficial, o pontífice conduziu sua primeira audiência geral na Cidade do Vaticano desde o procedimento cirúrgico, sendo calorosamente aplaudido pelos peregrinos reunidos.
Aos 71 anos, o chefe da Igreja Católica havia manifestado no domingo o desejo de retomar paulatinamente sua rotina institucional. Durante o evento, ele permaneceu em pé na traseira do veículo oficial, sorrindo, saudando os presentes e dialogando com os fiéis na praça.
Agradecimento aos fiéis “A primeira coisa que quero dizer a vocês é obrigado pelo apoio e pelas orações”, disse o papa.
Impacto do diagnóstico e agenda futura O líder religioso passou pela extirpação do lobo inferior do pulmão direito na semana anterior, ocasião em que a Santa Sé confirmou o quadro de adenocarcinoma pulmonar, o subtipo mais frequente da doença.
A descoberta médica, ocorrida pouco mais de 12 meses após sua ascensão ao papado, gerou forte repercussão internacional e debates a respeito do futuro de sua gestão à frente do Vaticano.
A permanência da viagem internacional programada para novembro — que inclui passagens por Uruguai, Argentina e Peru — ainda permanece sob análise, sem confirmação definitiva sobre a manutenção do roteiro.






