Parentes do jovem Jonas da Silva Santos, de 24 anos, tentam obter esclarecimentos sobre seu paradeiro após receberem o aviso de que ele teria morrido durante uma missão no confronto armado no leste europeu. A comunicação foi repassada na última segunda-feira (12) por um combatente brasileiro que atuava ao lado dele no fronte, mas a perda ainda carece de confirmação diplomática formal.
Viagem planejada e contrato de três anos
Natural do município de Rodrigues Alves, no interior do Acre, o jovem atuava na área de segurança privada antes de residir em Porto Velho (RO), onde trabalhava junto ao cunhado. Seu embarque rumo ao exterior aconteceu em maio deste ano, após conseguir a emissão do passaporte e seguir de ônibus até São Paulo, de onde decolou. Logo após chegar ao país europeu, ele comunicou aos parentes que havia firmado um contrato com prazo de três anos.
A determinação em integrar as frentes do conflito já existia há bastante tempo, superando os insistentes pedidos da família para que ele desistisse da ideia. Uma sobrinha do rapaz, que pediu para não ter a identidade revelada, detalhou que o plano era antigo:
“Desde quando ainda estava no Brasil, meu tio já demonstrava muita vontade de ir para a Ucrânia. Ele falava bastante sobre isso e sempre dizia que






