As equipes do Corpo de Bombeiros da Polícia Militar de São Paulo deram início nesta segunda-feira, 12, a uma nova fase da operação voltada ao enfrentamento dos incêndios florestais no Amazonas. Após realizarem o reconhecimento prévio das zonas afetadas, os militares avançaram para conter focos ativos em locais de acesso restrito.
Estrutura da força-tarefa paulista
A operação humanitária e de segurança enviada pelo governo paulista é composta por trinta agentes. Desse total, vinte e cinco são bombeiros com especialização em queimadas em matas, enquanto outros cinco pertencem aos quadros da Defesa Civil do Estado.
Fases do trabalho e recursos tecnológicos
Na etapa inicial da missão, vinte e quatro bombeiros atuaram divididos em duas frentes distintas: doze militares focados na extinção das chamas e doze encarregados do levantamento e avaliação das áreas atingidas pelo fogo.
Para otimizar os trabalhos em parceria com as guarnições locais, a missão foi equipada com drones, bases de abastecimento e onze mil litros de retardante de incêndio.
A intervenção ocorre diante do cenário crítico de queimadas na região amazônica. Dados repassados pelo governo federal apontam que pelo menos trinta e seis municípios do Estado decretaram situação de emergência em decorrência do avanço das chamas, reforçando a necessidade urgente de cooperação para ampliar a capacidade de resposta operacional.






