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Idosa de 78 anos é atacada por cão dogo argentino em Uberlândia

Idosa é atacada por cão da família enquanto recolhia roupas no varal em Uberlândia

Uma senhora de 78 anos sofreu ferimentos graves após ser surpreendida por um cachorro da raça dogo argentino no quintal de sua residência, localizada no bairro Osvaldo Rezende, em Uberlândia. O episódio ocorreu na tarde de sexta-feira (6), por volta das 16h27, na rua Bueno Brandão, e o animal envolvido pertence à própria família da vítima.

Dinâmica do socorro

Enquanto recolhia peças de roupas no varal, a moradora foi violentamente atacada pelo cão. Os pedidos desesperados por ajuda chamaram a atenção de um vizinho de 53 anos, que interveio auditivamente, prestando orientações à mulher e aguardando o suporte necessário.

Logo em seguida, o filho da vítima, também com 53 anos, interveio na situação e conseguiu imobilizar o animal, trancando-o no banheiro do imóvel para cessar a agressão. As autoridades policiais informaram que questionaram a corporação sobre possíveis motivações ou antecedentes de agressividade do cão, porém não obtiveram resposta até o fechamento da ocorrência.

Atendimento médico e resgate

O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foi acionado imediatamente para prestar socorro à idosa. Os profissionais de saúde encontraram a paciente consciente e orientada, embora apresentasse múltiplas lesões concentradas nas regiões da face, da cabeça e do tórax.

Os paramédicos iniciaram o protocolo de atendimento por meio de uma Unidade de Suporte Básico, realizando procedimentos como curativos, enfaixamentos e a imobilização adequada. Na sequência, uma equipe de suporte avançado reforçou o atendimento no local.

Após a estabilização de seus sinais vitais, a mulher foi transferida para o Pronto-Socorro do Hospital de Clínicas da Universidade Federal de Uberlândia (HC-UFU). Tanto os registros policiais quanto os dados do Samu confirmam que ela permaneceu consciente e com quadro clínico estável durante todo o processo de resgate. A reportagem tentou contato com a instituição hospitalar para atualizar o estado de saúde da paciente e verificar se houve alta médica, mas não obteve retorno.

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