O ex-presidente Jair Bolsonaro apresentou episódios de elevação da pressão arterial ao longo desta semana e continua sofrendo com efeitos colaterais dos medicamentos. Os dados foram divulgados em um relatório médico assinado pelo médico Brasil Ramos Caiado, nesta sexta-feira, 6.
Controle da pressão arterial
Conforme o documento, os episódios de pressão alta exigiram a antecipação das doses habituais de um vasodilatador. A medida foi suficiente para controlar as alterações, sem necessidade de outras intervenções relatadas pelo médico. Apesar das oscilações, Bolsonaro encontra-se clinicamente estável, sem queixas significativas.
Efeitos colaterais e restrições alimentares
O relatório, contudo, registra a persistência de dois problemas associados ao uso de medicamentos de ação central: instabilidade crônica do equilíbrio corporal e sonolência durante o dia. O ex-presidente também permanece submetido a uma dieta rigorosa, com baixo teor de acidez, sal e gordura. Os cuidados incluem medidas para reduzir o risco de quedas e episódios de refluxo gastroesofágico.
Sessões de fisioterapia e ganho de força
Um segundo documento, elaborado pelo fisioterapeuta Kleber Antonio Caiado de Freitas, detalha o tratamento realizado pelo ex-presidente, no começo da semana. Na ocasião, Bolsonaro passou por uma sessão de fisioterapia voltada ao fortalecimento muscular, com intensificação dos exercícios de resistência e utilização de pesos.
De acordo com o profissional, o objetivo é melhorar a força, a estabilidade e a mobilidade do paciente, respeitando suas condições clínicas. O relatório também recomenda a manutenção das atividades físicas de rotina, especialmente dos exercícios destinados ao fortalecimento dos membros inferiores.






