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Vídeo mostra invasão armada a banco na Flórida que deixou morta

VÍDEO: homem armado invade sede de banco nos EUA e é contido por segurança; uma mulher morreu

As autoridades policiais da Flórida, nos Estados Unidos, divulgaram nesta sexta-feira (6) imagens que detalham a invasão armada ocorrida na última quarta-feira (4) na sede do Citibank, em Tampa. O suspeito, identificado como Jacob Pearson, forçou a entrada no complexo ao derrubar uma cerca de proteção com seu carro, dando início a uma ação que resultou na morte de uma funcionária e do próprio agressor.

A dinâmica do ataque e a ação do segurança

O registro visual, composto por cenas de câmeras de monitoramento e de equipamentos corporais dos agentes, mostra Pearson percorrendo um corredor do prédio portando um rifle. O criminoso foi interceptado por um segurança que aguardava o momento oportuno para agir. O vigilante disparou cinco vezes contra o invasor, que chegou a ser socorrido, mas faleceu no hospital.

A vítima fatal foi identificada como Leanne Selman, de 41 anos, colaboradora do setor de Recursos Humanos da instituição há quase uma década. O xerife Chad Chronister ressaltou que não existia vínculo entre a vítima e o atirador, que não possuía histórico criminal. “Ele estava lá com um único propósito: caçar e matar qualquer ser humano que encontrar”, disse Chad Chronister.

Motivação financeira e ameaças prévias

Investigações apontam que o ataque foi motivado por uma dívida de cartão de crédito no valor de 2,5 mil dólares. Três horas antes do atentado, Pearson entrou em contato com um representante jurídico do banco realizando ameaças. Em um trecho citado pelo xerife, o homem teria dito: “A menos que você queira que eu vá até lá com meu AR-15, meu colete à prova de balas e minha insanidade”.

Dados da ocorrência

O atirador percorreu cerca de 144 quilômetros entre Orlando e Tampa para realizar a invasão. O xerife afirmou que o cenário poderia ter sido mais trágico, visto que Pearson carregava 90 cartuchos de munição, embora tenha disparado apenas 15 vezes. Na ocasião, o complexo abrigava 3.200 funcionários em horário de almoço. Além da morte de Selman, outras quatro pessoas precisaram de atendimento médico devido ao pânico e ferimentos leves durante a fuga, mas não foram atingidas por tiros. O xerife declarou à imprensa que não havia “nenhuma ligação” entre Selman e seu assassino.

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