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Flávio Bolsonaro participa de culto nos EUA após deixar o Brasil

Flávio Bolsonaro participa de culto nos EUA

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) esteve presente em um culto evangélico realizado neste domingo, 1º, na igreja Celeiro, localizada em Fort Lauderdale, na Flórida, Estados Unidos.

Viagem e restrições do STF A aparição pública do parlamentar aconteceu poucos dias após sua saída do território brasileiro, viagem esta realizada apesar de uma determinação do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), que o proibia de deixar o país.

Registros nas redes sociais Publicações feitas no Instagram pela Base Celeiro Flórida exibem Flávio ao lado de sua esposa, Fernanda Bolsonaro, além de seu irmão, o ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP), e da cunhada, Heloísa Bolsonaro. Os pastores José Maurício Fernandes e Alice Fernandes também foram retratados nas imagens.

“Hoje tivemos a honra de receber a família Bolsonaro aqui na Celeiro Flórida Casa de Oração”, informou a igreja na publicação.

Saída do país e medidas cautelares O político partiu para o exterior na companhia de sua esposa e de suas duas filhas adolescentes logo após o término das eleições presidenciais que consolidaram a vitória contra Luiz Inácio Lula da Silva (PT), em 25 de outubro. O deslocamento se deu concomitantemente a restrições impostas por Moraes, que ordenou a retenção dos passaportes do senador e a proibição de viagens internacionais.

Ação da Polícia Federal A Polícia Federal (PF) requereu tais providências apenas sete minutos após o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) oficializar o resultado do segundo turno. A solicitação foi encaminhada às 21h16 do dia 25 de outubro e recebeu o aval do ministro no transcorrer da mesma noite.

Conforme comunicado emitido pela PF em 28 de outubro, os passaportes diplomático e comum de Flávio foram invalidados. A instituição apontou ainda que ele foi intimado a entregar eventuais passaportes de outras nacionalidades, contudo, deixou de cumprir a exigência no prazo estipulado.

O senador apontou a determinação de Moraes como uma manobra de intimidação e colocou em dúvida a rapidez com que a ordem foi executada logo após o pleito eleitoral.

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