O major Rafael Rozenszajn, porta-voz das Forças de Defesa de Israel, criticou publicamente o pronunciamento do Hamas que comemorou a reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Por meio de um vídeo veiculado em plataformas digitais, o militar sustentou que a organização extremista busca vincular a população brasileira ao endosso ao terror.
Contexto geopolítico das congratulações A manifestação do Hamas ocorre na mesma semana em que o Hezbollah, grupo extremista do Líbano que conta com o respaldo do Irã, também enviou cumprimentos ao petista pelo triunfo eleitoral. A nota do Hezbollah foi veiculada pelo Al-Manar, canal de mídia associado à facção, direcionando saudações calorosas ao chefe de Estado e definindo o pleito como um voto de confiança na administração federal.
Reação do oficial israelense às mensagens de extremistas Durante a gravação, o oficial chamou atenção para a gravidade política do endosso e argumentou que os radicais pretendem criar uma falsa narrativa de identificação com os cidadãos do país sul-americano.
“Eu conheço o povo brasileiro”, declarou. “Eu sei que a grande maioria dos brasileiros não apoia o terrorismo. Não apoia o Hamas, responsável pelo maior massacre de judeus desde o Holocausto”.
Ademais, o porta-voz recordou as ações violentas cometidas pela facção contra civis indefesos, incluindo os sequestros e assassinatos de mulheres, crianças e idosos.
Apelo à sociedade pela democracia e paz Nas considerações finais do registro audiovisual, o militar convocou os internautas a tomarem posição pública de repúdio contra as atividades dos extremistas.
“Vamos mostrar que o povo brasileiro defende a democracia, a liberdade, a vida e a paz”, afirmou. “Que não apoia a jihad e o terrorismo promovidos pelo Hamas”.
Por fim, o representante do governo israelense estimulou o público a registrar nos comentários a frase “Eu não apoio o Hamas” e a propagar o conteúdo na internet.






