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Manutenção na Cedae afeta abastecimento de água no RJ nesta terça

Manutenção da Cedae e da Águas do Rio pode afetar abastecimento no RJ; veja recomendações

Moradores de municípios da Região Metropolitana do Rio de Janeiro devem redobrar a atenção com o consumo de água nesta terça-feira (27). A Cedae e a Águas do Rio executam uma paralisação preventiva anual no Sistema Imunana-Laranjal, com início às 4h e previsão de término às 4h de quarta-feira (28).

Impacto na distribuição de água Com a interrupção da Estação de Tratamento de Água (ETA) e do fornecimento de água bruta, aproximadamente 2 milhões de pessoas sentem os reflexos da medida. As áreas atingidas incluem São Gonçalo, Niterói, Itaboraí e a Ilha de Paquetá, além dos distritos de Inoã e Itaipuaçu, em Maricá.

Preparativos para a temporada de calor A programação técnica engloba vistorias, limpeza e revisão de estruturas hidráulicas, ajustes em sistemas automatizados, inspeções de segurança e melhorias nas instalações. Um novo dispositivo para medição do volume total de água transportado também será instalado. O objetivo é preparar a rede para períodos de alta demanda, como o verão e o fenômeno El Niño. Paralelamente, a Águas do Rio executa mais de 20 intervenções para otimizar a eficiência operacional.

Prazo para normalização total A retomada da produção de água ocorre de forma gradual logo após o término dos serviços pela Cedae. A normalização completa do abastecimento pode levar até 72 horas após o encerramento dos trabalhos, com prazos ainda maiores em regiões elevadas e nas pontas da rede. A distribuição nas áreas afetadas cabe às concessionárias Águas do Rio e Águas de Niterói, sendo que esta última informou que adotará medidas para atenuar os transtornos.

Recomendações e abastecimento de emergência As concessionárias aconselham os consumidores a armazenarem água em cisternas e caixas d’água exclusivamente para demandas essenciais, adiando atividades de alto gasto hídrico até a estabilização do serviço. Hospitais, postos de saúde e locais de atendimento médico terão prioridade no fornecimento alternativo por meio de caminhões-pipa.

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