Com a conclusão do segundo turno, o Brasil definiu todos os comandantes dos governos estaduais e do Distrito Federal que iniciarão suas gestões em janeiro de 2027. O processo eleitoral deste ano contou com decisões marcantes tanto na etapa inicial quanto na votação suplementar realizada neste domingo (25).
Eleições históricas no primeiro turno O pleito de 2026 registrou um marco importante logo na primeira etapa realizada no dia 4 do mês, quando 20 chefes de executivo estadual garantiram a vitória antecipadamente.
A lista de gestores estaduais também foi ampliada com a confirmação de Douglas Ruas (PL) como vencedor no Rio de Janeiro, após a Justiça invalidar os votos dados a Anthony Garotinho (Republicanos), elevando para 21 o total de nomes definidos na primeira fase.
Decisões do segundo turno A rodada final de votação ocorreu em seis unidades federativas: Acre, Amazonas, Distrito Federal, Espírito Santo, Rio Grande do Norte e Tocantins.
Em meio às repercussões políticas nacionais, Lula declarou: ‘Não fui eu e Alckmin que ganhamos, mas a honradez, o nacionalismo e a democracia’.
Viradas na reta final No Rio Grande do Norte, Cadu de Lula (PT) reverteu o cenário após ficar em segundo lugar no dia 4 de outubro com 36,16% contra 36,94% de Allyson (União Brasil), alcançando 50,77% no segundo turno diante de 49,23% do adversário.
Situação parecida ocorreu no Tocantins, onde Vicentinho Júnior (PSDB) superou a desvantagem inicial de 43,94% frente aos 45,52% de Professora Dorinha (União Brasil), virando o placar para 64,52% contra 35,48% na disputa definitiva.
Favoritismos confirmados No Acre, Mailza Assis (PP) manteve a liderança que tinha desde o primeiro turno (49,76% a 32,29%) e venceu Alan Rick (Republicanos) com 66,21% a 33,79%, garantindo a reeleição.
No Amazonas, Omar Aziz (PSD) confirmou a vantagem de 40,63% a 24,49% sobre a Professora Maria do Carmo (PL), fechando o segundo turno com 61,42% dos votos.
No Distrito Federal, Celina Leão (PP) converteu os 49,93% da etapa anterior em vitória definitiva com 57,18% contra Leandro Grass (PT), que obteve 42,82%.
Por fim, no Espírito Santo, Lorenzo Pazolini (Republicanos) consolidou o favoritismo sobre Ricardo Ferraço (MDB), saltando de 49,65% para 52,17% e assegurando o comando do estado a partir do próximo ano.






