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Eleição presidencial 2026: saiba onde Lula e Flávio Bolsonaro registraram as maiores vantagens no segundo turno

Veja os estados onde Lula e Flávio Bolsonaro abriram as maiores vantagens

O Piauí e Roraima destacaram-se como os locais onde Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) alcançaram as margens mais expressivas de votos no segundo turno da disputa presidencial, de acordo com os dados oficiais divulgados pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) após a apuração de 100% das seções eleitorais.

Dominância do petista no Nordeste No estado piauiense, o atual mandatário conquistou 75,88% dos votos válidos, enquanto seu oponente obteve 24,12%, estabelecendo uma diferença de 51,76 pontos percentuais, a maior marca registrada em todo o território nacional.

O levantamento estatístico demonstra que a região nordestina concentrou os cinco principais redutos do candidato do PT. Logo após o Piauí, a Bahia figurou na segunda posição com uma vantagem de 42,62 pontos para o petista, seguida por Maranhão, Sergipe e Pernambuco, garantindo vitórias em todos os nove estados nordestinos e somando 13 unidades federativas no total.

Fortalecimento do candidato do PL no Norte e Sul Em contrapartida, Roraima liderou o cenário favorável ao representante do PL, que angariou 72,46% dos sufrágios contra 27,54% do adversário, gerando um desnível de 44,92 pontos percentuais a seu favor.

Entre os cinco estados com maior margem para o candidato liberal, três pertencem à região Norte — Roraima, Rondônia e Acre —, complementados por Santa Catarina na região Sul e Mato Grosso no Centro-Oeste. No geral, o postulante do partido liberal saiu vitorioso em 13 estados e no Distrito Federal, dominando integralmente as regiões Sul e Centro-Oeste.

Disputas mais acirradas do pleito No extremo oposto do mapeamento eleitoral, Minas Gerais protagonizou o confronto mais apertado de todo o certame, com uma margem mínima de apenas 0,86 ponto percentual, onde o vencedor obteve 50,43% frente a 49,57% do concorrente.

O segundo menor distanciamento ocorreu no Tocantins, registrando uma diferença de 2,74 pontos percentuais. No balanço final consolidado do país e exterior, o atual presidente garantiu a reeleição ao alcançar 51,79% dos votos válidos, superando a marca de 48,21% e consolidando o placar definitivo da corrida ao Palácio do Planalto.

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