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Lideranças do Congresso exaltam urnas eletrônicas e pedem paz nas eleições

Hugo Motta exalta urnas eletrônicas; Alcolumbre faz apelo por 'pacificação'

As urnas eletrônicas brasileiras, que completam três décadas de existência em 2026, receberam elogios públicos do presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), neste domingo (25). O parlamentar destacou que o mecanismo garante total eficiência e transparência ao pleito nacional.

Pronunciamento no Tribunal Superior Eleitoral

A manifestação ocorreu nas instalações do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), na capital federal, durante encontro ao lado do ministro Kassio Nunes Marques, presidente da Corte Eleitoral.

Na ocasião, Hugo Motta afirmou:
“Nosso sistema eleitoral é um orgulho para nosso país e referência para o mundo no que diz respeito à segurança e transparência do nosso processo. E reconhecer a agilidade do processo de apuração. Os brasileiros saberão antes da meia-noite quem será o próximo presidente da republica e, em cinco estados e DF, os governadores”

Apelo por união e responsabilidade democrática

Também presente no TSE a convite de Nunes Marques, o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), fez um apelo público para que o país mantenha a sobriedade independentemente do desfecho das urnas.

Segundo Alcolumbre:
“Independente do resultado das eleições, o Brasil espera de todos responsabilidade, reconhecimento do resultado das urnas, paz, pacificação”

O senador complementou a declaração reforçando a importância da participação popular:
“Porque temos o Brasil para cuidar e mais de 215 milhões de pessoas esperam de todos nós, das instituições republicanas e democráticas, desse discernimento. Votem, saiam de suas casas para exercerem um direito que centenas e milhares de pessoas lutaram para que tivéssemos: o direito de votar. Exerçam o voto, porque através do voto que fortalecermos e protegemos nossa democracia”

Perfil do eleitorado e disputa presidencial

Neste domingo, o colégio eleitoral brasileiro conta com mais de 158 milhões de cidadãos aptos a exercer o direito ao sufrágio. Do montante total, mais de 136 milhões possuem voto obrigatório, enquanto pouco mais de 22 milhões se enquadram na categoria facultativa.

O pleito deste ano define o comando do Palácio do Planalto — em disputa acirrada entre Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) — e também aponta os governadores de seis unidades da federação.

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