A disputa pelo governo do Distrito Federal no segundo turno registra Celina Leão (PP) com 50% das intenções de voto, enquanto Leandro Grass (PT) aparece com 35%, conforme dados divulgados nesta quarta-feira (21) pelo instituto Quaest, em levantamento encomendado pela Globo.
Intenção de voto na reta final Na pesquisa estimulada, em que os nomes dos concorrentes são apresentados aos eleitores, o cenário anterior mostrava a candidata do PP com 53% (em 12 de outubro), ao passo que o representante do petista pontuava 33%.
Além disso, o eleitorado que prefere votar em branco, nulo ou em nenhum dos dois soma 7%, frente aos 8% anteriores, enquanto os indecisos representam 8%, comparado aos 6% da sondagem passada. O estudo aponta ainda que 88% dos votantes asseguram que a decisão é definitiva, e 12% admitem a possibilidade de mudar de ideia até o pleito marcado para o próximo domingo (25), data em que também ocorre a escolha presidencial entre Flávio Bolsonaro (PL) e Lula (PT).
Metodologia da pesquisa eleitoral Para este levantamento, a Quaest escutou 1.104 pessoas com 16 anos ou mais no período de 17 a 20 de outubro. A margem de erro estimada é de 3 pontos percentuais para cima ou para baixo, sob um nível de confiança de 95%, com registro sob o protocolo DF-00402/2026. Esta constitui a segunda rodada desde a oficialização dos nomes para a etapa final, definida no dia 4.
Avaliação da administração estadual A sondagem também mediu o desempenho da administração de Celina Leão (PP), que assumiu o comando do Executivo local em março, após suceder Ibaneis Rocha (MDB), que renunciou ao cargo para concorrer ao Senado mas desistiu posteriormente.
No quesito avaliação geral da gestão, 34% dos entrevistados classificam o governo como “ótima ou boa” (ante 39% no levantamento de 12 de outubro), 35% consideram “regular” (eram 30%), 25% apontam como “ruim ou péssima” (mantendo o patamar anterior) e 6% não souberam opinar.
Aprovação pessoal da governadora Sobre a maneira como a governadora conduz o mandato, 51% aprovam a administração (comparado a 57% na medição anterior), 35% desaprovam (estavam em 33%) e 14% não souberam responder, frente a 10% registrados anteriormente.






