A corrida presidencial no Distrito Federal para o segundo turno das eleições ganhou novos números nesta quarta-feira (21) com a divulgação da pesquisa Quaest. O levantamento aponta o candidato Flávio Bolsonaro (PL) com 50% das intenções de voto, enquanto Lula (PT) registra 39% na preferência do eleitorado local.
Cenário da pesquisa estimulada
Esta é a segunda rodada do instituto desde que a disputa de segundo turno foi oficializada no último dia 4. Na modalidade estimulada, em que os nomes dos concorrentes são apresentados aos entrevistados, os percentuais mostram estabilidade em relação ao levantamento anterior, realizado em 12 de outubro.
Flávio Bolsonaro manteve os mesmos 50% da rodada passada. Por sua vez, Lula oscilou de 40% para 39%. O grupo de eleitores que pretende votar em branco, nulo ou em nenhum dos candidatos permaneceu em 6%, enquanto os que não sabem somam 5%, comparados a 4% no estudo anterior.
Decisão do voto e metodologia
O estudo também mediu o grau de convicção do eleitorado distrital a poucos dias do pleito. Para 94% das pessoas ouvidas, a escolha pelo candidato na urna é definitiva, ao passo que 6% admitem a possibilidade de mudar de opinião até o próximo domingo (25), data em que também ocorre a votação para o governo do DF entre Celina Leão (PP) e Leandro Grass.
A coleta de dados foi realizada entre os dias 17 e 20 de outubro, ouvindo 1.104 moradores do Distrito Federal com 16 anos ou mais. A margem de erro estimada é de 3 pontos percentuais para mais ou para menos, sob um nível de confiança de 95%. O registro da pesquisa na Justiça Eleitoral está sob o número BR-03163/2026.
Avaliação da gestão federal
Além da preferência na corrida ao Palácio do Planalto, o levantamento mediu a percepção dos eleitores do DF sobre a administração federal. O trabalho do presidente Lula é aprovado por 41% dos entrevistados — taxa que era de 42% na pesquisa anterior.
Em contrapartida, o índicequeresponde pela desaprovação da gestão atual chegou a 53%, frente aos 54% registrados na medição prévia. O percentual daqueles que não souberam avaliar subiu de 4% para 6%.






