O senador Rogério Marinho (PL-RN) oficializou na 4ª feira (4.nov.2026) a sua candidatura à presidência do Senado Federal durante um evento partidário realizado em Brasília, afirmando contar com o apoio de 33 parlamentares que participaram do encontro.
Contexto da disputa e promessas de campanha Em seu discurso de lançamento, cercado por aliados políticos, o candidato declarou que pretende destravar a pauta da anistia para os presos pelo 8 de Janeiro caso vença o pleito e assuma o comando da Casa Alta. O parlamentar prometeu “fazer valer a Constituição” durante a sua gestão. A votação que definirá o próximo comando do Senado está agendada para o dia 1º de fevereiro de 2027.
Cenário político e concorrentes ao cargo A corrida pelo comando do Senado conta com outros nomes fortes de diferentes correntes ideológicas. O atual presidente da Casa, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), articula nos bastidores para garantir a sua reeleição e deve contar com o respaldo político do governo liderado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
Reação sobre novas candidaturas Além de Alcolumbre, a senadora Tereza Cristina (PP-MS) também colocou seu nome na disputa, buscando atrair parlamentares de direita que demonstram insatisfação com o projeto político de Marinho. Questionado sobre a movimentação da colega de parlamento, Rogério Marinho declarou que outros congressistas também possuem legitimidade para buscar o cargo e afirmou que a considera posicionada para viabilizar seu nome.






