O ex-ministro José Dirceu (PT) responsabilizou o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), pelo reajuste do ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) sobre combustíveis, aprovado pelo Confaz (Conselho Nacional de Política Fazendária).
Críticas nas redes sociais
Através de uma postagem feita na rede social X, Dirceu rebateu críticas direcionadas ao governo federal e apontou o chefe do Executivo paulista como o verdadeiro responsável pela medida tributária.
“Não é o Lula, é o governador de SP”, declarou o ex-ministro, acrescentando que Tarcísio é o “governador bolsonarista de SP“. O petista também ressaltou que o político mudou de postura após o pleito eleitoral: “Eleito prometendo não mexer, votou a favor após o 2º turno”.
O petista seguiu argumentando sobre a arrecadação estadual: “Enquanto o governo Lula banca subsídio no diesel, Tarcísio vota para aumentar o imposto que vai para o caixa do estado de São Paulo. ICMS é imposto estadual“.
Decisão do Confaz e novos valores
O aval para as mudanças nas alíquotas ocorreu em 27 de outubro. O colegiado é liderado pelo ministro da Fazenda, Dario Durigan, e integra delegados das secretarias de Fazenda e Tributação de todas as unidades federativas do país, englobando gestões de variados matizes ideológicos, inclusive coligadas ao governo federal.
O cronograma oficial estabelece que os novos valores passem a vigorar a partir de fevereiro de 2027. Com a mudança, a cobrança da gasolina avançará de R$ 1,57 para R$ 1,64 por litro. No caso do diesel, a taxa saltará de R$ 1,17 para R$ 1,30, enquanto o gás de cozinha subirá de R$ 1,47 para R$ 1,54.






