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Opositores de Lula enfrentam prisões e investigações após eleição

É perigoso se opor ao consórcio PT-STF

Logo após o término da disputa presidencial, adversários do governo iniciaram o período pós-eleitoral sob forte pressão de investigações e medidas judiciais restritivas.

Ações contra aliados de Bolsonaro

Um dia depois da eleição presidencial, Flávio Bolsonaro recebeu uma ordem para entregar os passaportes. Deltan Dallagnol, por sua vez, ganhou um recado do PT: “Você é o próximo”.

A ressaca eleitoral começou cedo para os adversários de Lula. Enquanto Flávio enfrentava uma nova ofensiva da Polícia Federal (PF), Deltan descobre que a legenda do atual chefe do Executivo pretendia contestar sua eleição ao Senado. Os dois episódios, ocorridos logo depois da votação, acrescentaram novos nomes a uma relação de opositores que já acumulava prisões, condenações e investigações.

Condenações no Supremo Tribunal Federal

Jair Bolsonaro encabeça essa lista. O ex-presidente foi condenado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) no processo sobre a alegada tentativa de golpe de Estado. A mesma ação resultou em penas de prisão para antigos integrantes de seu governo, incluindo Walter Braga Netto, Anderson Torres, Augusto Heleno e Paulo Sérgio Nogueira.

As decisões judiciais também alcançaram outros nomes ligados ao bolsonarismo. Alexandre Ramagem deixou o país depois de ser condenado pelo STF. Carla Zambelli e Eduardo Bolsonaro receberam condenações em processos distintos.

Neste domingo, 25, depois de ser reeleito presidente da República, Lula disse que governaria para todos os brasileiros.

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