O deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) usou suas redes sociais para disparar duras críticas contra Luiz Inácio Lula da Silva, após uma declaração polêmica do petista durante o debate presidencial exibido pela TV Globo na noite de sexta-feira, 23. Na ocasião, ao discutir a PEC da Segurança Pública, Lula afirmou que pretendia “acabar com a polícia”.
Repercussão nas redes sociais Em seu perfil oficial, o parlamentar mineiro ironizou o episódio e questionou a postura adotada pelo candidato do PT durante o confronto televisivo.
“Vai acabar com a polícia?”, contestou o deputado. “‘Ai, Nikolas, foi um ato falho’. Porque ele não comete um ato falho de falar que vai acabar com o tráfico? Vou acabar com o crime organizado? Vou acabar com o estuprador e o pedófilo? O ato falho dele é ‘vou acabar com a polícia’? Ah, meu amigo. Acabou, Lula. Tchau.”
Contexto de insegurança no país Em outra postagem na plataforma X, Nikolas avaliou que o chefe do Executivo está “completamente perdido” e enfatizou que a população sofre diariamente com a violência urbana.
“Ninguém mais vai lembrar de nada a não ser isso”, escreveu o deputado, acrescentando: “A maior dor do brasileiro é segurança e o cara me fala isso.”
Em uma terceira manifestação pública sobre o tema, o congressista reforçou seu repúdio à fala do petista em meio aos índices de criminalidade no território nacional.
“Os brasileiros já não aguentam mais tanta insegurança e impunidade, e o Lula em vez de condenar a bandidagem, fala em acabar com a polícia”, ressaltou o parlamentar em uma terceira postagem.
Propostas e embate no debate A fala de Lula aconteceu enquanto os candidatos debatiam estratégias para a retomada de territórios controlados pelo crime organizado. O petista condicionou suas ações à aprovação da PEC da Segurança Pública e prometeu a criação de uma pasta ministerial exclusiva para o setor, separada do Ministério da Justiça.
Durante a discussão, o representante do PT também acusou Flávio Bolsonaro de tentar entregar o país “para o Trump”, fazendo menção ao presidente dos Estados Unidos.
Por outro lado, o candidato do PL rebateu apresentando propostas de seu plano de governo, defendendo firmemente que facções criminosas e milícias sejam classificadas legalmente como organizações terroristas.






