O deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) utilizou suas plataformas digitais neste sábado (24) para se posicionar contrariamente à determinação do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que ordenou a vigilância sobre a distribuição e o alcance de suas postagens e do empresário Pablo Marçal. Diante da medida restritiva aplicada na reta final do pleito, o parlamentar cobrou maior engajamento de sua base de apoio.
Monitoramento constante de big techs A determinação partiu do corregedor-geral eleitoral, ministro Ricardo Villas Bôas Cueva, obrigando as plataformas Meta e X a fornecerem relatórios a cada seis horas durante a véspera e o dia oficial de votação, detalhando métricas de visualização, tráfego e algoritmos de recomendação.
No vídeo publicado na internet, o congressista justificou a necessidade de mobilização dos simpatizantes para driblar as restrições impostas pela Justiça Eleitoral.
“Eu peço para você não somente curtir, mas compartilhar, botar nos stories, porque, no fim das contas, quem dá o meu engajamento não é a Meta, são vocês”, afirmou. Na sequência, acrescentou: “Podem querer limitar o que for, mas ninguém limita a rua”.
Multas severas por desinformação Além do escrutínio técnico das postagens, a ordem judicial proibiu expressamente a propagação de fake news, materiais manipulados ou mídias geradas por inteligência artificial que violem as normas eleitorais até o fim da votação, estipulando penalidade pecuniária de R$ 100 mil para cada infração cometida.
Apesar de planejar um ritmo menos intenso de postagens no último dia de campanha, o político mineiro mencionou o ato público do candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) na capital fluminense e reforçou o apelo para que seus eleitores intensifiquem a distribuição do material na internet.






