Divulgada nesta quarta-feira (21), a nova pesquisa Quaest indica que 47% dos brasileiros desaprovam a gestão do presidente Lula, enquanto 46% demonstram aprovação ao governo do petista, que é candidato à reeleição pelo PT.
Comparação com o levantamento anterior Na comparação com o estudo prévio da instituição, o índice de rejeição apresentou uma oscilação de um ponto para baixo, caindo de 48% para os atuais 47%. Por outro lado, a parcela da população que aprova a administração federal variou positivamente no mesmo patamar, subindo de 45% para 46%.
Cenário de empate técnico Com a movimentação nos percentuais, a distância entre as duas principais taxas encolheu de três pontos para apenas um ponto percentual. Dessa forma, o resultado atual encontra-se plenamente inserido dentro da margem de erro estipulada pelo instituto.
Metodologia da pesquisa eleitoral O levantamento quantitativo foi encomendado pela Globo e pelo jornal O Globo. Para a realização do estudo, a Quaest ouviu presencialmente 2.154 eleitores com 16 anos ou mais entre os dias 17 e 20 de outubro de 2026. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos, com um nível de confiança estatística de 95%. O registro oficial da pesquisa junto à Justiça Eleitoral está protocolado sob o número BR-08535/2026.
Detalhamento dos índices de aprovação e avaliação No recorte sobre a forma de condução do governo, os números se dividem da seguinte maneira: 47% desaprovam, 46% aprovam, e 7% não souberam ou preferiram não responder (mesmo percentual da rodada anterior). Já no quesito que mede a qualidade da gestão federal, 38% consideram o governo negativo (ante 40% na pesquisa passada), 34% avaliam como positivo (mantendo o patamar anterior), 26% classificam como regular (comparado aos 24% anteriores), e 2% não souberam ou não responderam.
O contexto político e a corrida eleitoral O cenário atual reflete o momento de intensificação das articulações políticas e de campanha no país, servindo como termômetro para o governo federal às vésperas de momentos decisivos para o pleito presidencial.






