Moradores de Campo Grande com baixa renda terão a oportunidade de conquistar a casa própria por meio de um novo projeto habitacional que prevê a construção de 352 apartamentos pelo programa Minha Casa, Minha Vida.
Assinatura de contrato e parceria tripla
A oficialização das obras ocorreu em uma cerimônia realizada nesta quinta-feira (15), marcando a união de esforços entre a Prefeitura de Campo Grande, o Governo de Mato Grosso do Sul e o Governo Federal. O cronograma estipulado pela administração municipal aponta que o sorteio das moradias deve acontecer no início de 2027.
O anúncio do projeto foi compartilhado nas redes sociais pela prefeita de Campo Grande, Adriane Lopes (PP), que estava acompanhada pelo diretor-presidente da Agência Municipal de Habitação e Assuntos Fundiários (Emha), Claudio Marques Costa Júnior.
“Estamos assinando aqui um contrato, uma parceria entre Governo Federal, Governo Estadual e Prefeitura de Campo Grande, para a construção de mais 352 novos apartamentos. É moradia digna para a população da nossa cidade”, afirmou a prefeita.
Localização e investimento nos residenciais
Os recursos totais destinados para a execução dos dois projetos somam R$ 72,2 milhões. Os imóveis serão distribuídos em duas regiões estratégicas da capital sul-mato-grossense, contando com estrutura composta por dois quartos, sala, cozinha, banheiro e área de serviço.
O primeiro projeto é o Condomínio Residencial Leblon, que receberá 192 unidades habitacionais com um aporte financeiro estimado em R$ 40 milhões. O segundo empreendimento, batizado de Condomínio Residencial Zélia Gattai, será construído no bairro Tarumã com 160 apartamentos e investimento de R$ 32,2 milhões.
Claudio Marques Costa Júnior ressaltou a importância social do planejamento urbano para a localidade. Segundo ele, as moradias serão destinadas a famílias das regiões dos bairros Leblon e Tarumã.
Regras de seleção e modalidade do programa
As edificações estão cadastradas na modalidade FAR 1 (Fundo de Arrendamento Residencial), criada especificamente para atender núcleos familiares de menor renda. O sistema funciona com subsídios diretos repassados pelo Governo Federal, dispensando a necessidade de financiamentos bancários convencionais e facilitando o acesso de grupos em situação de vulnerabilidade.
Até o momento, a gestão municipal ainda não tornou públicos os detalhes sobre a documentação exigida, as exigências obrigatórias ou o cronograma de abertura para o cadastro dos interessados.
Enquanto os trâmites burocráticos e o canteiro de obras avançam rumo à entrega prevista para 2027, a recomendação oficial é para que os cidadãos aguardem a publicação das diretrizes definitivas com o passo a passo para a participação no processo seletivo.






