A equipe responsável pela candidatura presidencial de Flávio Bolsonaro (PL) comunicou nesta terça-feira (13) que vai protocolar no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) uma “complementação” de informações referente aos seus meios digitais de mobilização.
O contexto das cobranças e disputas no segundo turno O anúncio surge em meio a questionamentos legais sobre a conformidade de ferramentas usadas na internet, a exemplo da polêmica envolvendo a rede de mensagens “Exército do Lula”, que gerou intensa discussão jurídica entre as coligações rivais.
Regras e o posicionamento do PL Em nota oficial, os representantes de Flávio Bolsonaro asseguraram que todos os portais, contas e canais digitais exigidos pela legislação já haviam sido devidamente informados à Justiça Eleitoral anteriormente.
A inclusão da “Tropa do Flávio” Apesar de defender a regularidade prévia, a equipe explicou que, para sanar qualquer questionamento sobre o cumprimento das normas do pleito, fará um “complemento” ao TSE informando o endereço eletrônico do canal de WhatsApp “Tropa do Flávio”.
Números da ferramenta aliada Contando atualmente com um milhão de inscritos, o canal “Tropa do Flávio” é definido pela própria campanha do filho de Jair Bolsonaro como um ambiente de engajamento “voluntário” formado por eleitores simpatizantes da chapa.
Enquanto isso, do outro lado da disputa, o canal “Exército do Lula” — administrado pelo deputado André Janones (Rede-MG) e com mais de 4 milhões de inscritos — obteve o registro oficial junto à Corte Eleitoral após ordem do presidente do TSE, Nunes Marques, com liberação prevista para retorno após 48 horas.






