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Ex-editor da The Economist questiona crise climática atual

Mais um editor questionando a ‘crise climática’

O ex-editor da coluna de ciência da revista britânica The Economist, Matt Ridley, expressou forte ceticismo em relação às narrativas atuais sobre o aquecimento global e as mudanças climáticas durante participação no programa TRIGGERnometry.

Ceticismo na ciência e a questão da covid-19

Ridley iniciou a conversa abordando a pandemia de covid-19 e apontando o receio da comunidade científica em perder financiamentos ao debater a origem do vírus em Wuhan, na China. “Acho que temos uma crise de confiança na verdade científica e acho que é em grande parte autoinflacionada”, comentou. Ele também relembrou a recente audiência no Senado dos EUA envolvendo Anthony Fauci, que optou pelo silêncio ao ser questionado sobre as bases científicas de suas diretrizes.

O debate sobre as mudanças climáticas

Com 35 anos de acompanhamento do tema desde os anos 1980, o ex-editor lamentou o encolhimento do espaço para o debate plural sobre o dióxido de carbono. “Sabemos que na Idade Média fazia mais calor do que hoje, portanto, não estamos em um período de calor sem precedentes.”, afirmou, resgatando dados históricos sobre o clima global.

Impactos do CO2 e políticas ambientais

Para Ridley, o CO2 lançado na atmosfera também tem trazido efeitos benéficos mensuráveis, impulsionando o reflorestamento global e a fertilização agrícola. “Há 16 ou 17% mais vegetação no planeta agora do que havia nos anos 80”, pontuou. Por fim, o pesquisador criticou o uso do termo “crise” como justificativa para políticas restritivas que acabam prejudicando populações vulneráveis em países em desenvolvimento.

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