Divulgada nesta terça-feira (13), a primeira rodada do instituto Quaest para o segundo turno da disputa presidencial no Acre revela ampla vantagem para o candidato do PL. A sondagem, que foi encomendada pela Rede Amazônica, marca o início da corrida eleitoral após a confirmação do pleito entre os dois concorrentes, ocorrida no último domingo (4).
H2 Cenário da pesquisa estimulada no estado No formato em que os nomes dos postulantes ao Palácio do Planalto são apresentados aos votantes, Flávio Bolsonaro (PL) aparece com 60% das intenções de voto. O petista Lula (PT) registra 28% da preferência do eleitorado acreano.
O levantamento aponta ainda que 5% dos entrevistados pretendem votar em branco, nulo ou em nenhum dos candidatos, enquanto 7% não souberam responder. Além disso, o estudo indica que 87% das pessoas ouvidas afirmam que a escolha do candidato é definitiva, ao passo que 11% admitem a possibilidade de mudar de ideia até o dia da votação.
H2 Resultados da modalidade espontânea Quando a consulta é realizada de forma espontânea — metodologia em que a lista de concorrentes não é revelada aos participantes —, a liderança se mantém. Flávio Bolsonaro (PL) pontua com 56%, seguido por Lula (PT), que alcança 25%.
Neste mesmo cenário, o índice de indecisos chega a 16%, enquanto o grupo que planeja votar em branco, anular o sufrágio ou se abster soma 3%.
H2 Metodologia e avaliação da gestão federal O trabalho de campo da Quaest ouviu 1.098 eleitores com 16 anos ou mais no estado, no período entre 9 e 12 de outubro. A margem de erro estimada é de 3 pontos percentuais para mais ou para menos, com um nível de confiança de 95%. O registro oficial da pesquisa junto à Justiça Eleitoral está sob o número BR-05379/2026.
Paralelamente à corrida presidencial, o eleitorado acreano também definirá o próximo governador do estado no dia 25 de outubro, em disputa que envolve Mailza Assis (PP) e Alan Rick (Republicanos). A sondagem também mediu a avaliação do governo federal: a gestão de Lula (PT) é aprovada por 37% dos entrevistados — registrando oscilação positiva frente aos 36% anteriores —, enquanto a desaprovação permanece em 57%, com 6% de não sabem ou não responderam.






