O presidente norte-americano Donald Trump revelou neste sábado (7), por meio de uma postagem na plataforma Truth Social, que convidou o mandatário do UFC, Dana White, para assumir a chefia da Secretaria de Imprensa da Casa Branca. Em sua mensagem na rede social, o político fez um apelo direto: “Dana, por favor, aceite o emprego!”.
Sugestão de equipe com astros do MMA
No mesmo comunicado, o chefe do Executivo dos EUA sugeriu que o dirigente esportivo levasse consigo um grupo de atletas de artes marciais mistas para compor sua equipe de assistentes. A lista de nomes citados incluiu Islam Makhachev, Khabib Nurmagomedov, Justin Gaethje, Daniel Cormier, Amanda Nunes e Kayla Harrison.
Embora tenha admitido que boa parte desses lutadores não possui nacionalidade americana, o político argumentou que “precisamos dessas pessoas para nos defender da esquerda lunática”. Vale destacar que a função de secretário de imprensa é exercida atualmente por Katie Zacharia, que assumiu o posto em outubro após a saída de Karoline Leavitt em agosto.
Acusações e pedidos de investigação contra democratas
Em outra postagem publicada no mesmo dia, o líder da Casa Branca direcionou novas acusações contra o Partido Democrata, afirmando que o grupo tem intimidado doadores e aliados republicanos. Mais cedo, ele havia determinado ao Departamento de Justiça a abertura de apurações sobre supostas ameaças de prisão, impeachment e outras sanções direcionadas a membros de sua gestão.
O presidente classificou tais condutas como “sem precedentes” e “totalmente ilegais”, incentivando que qualquer intimidação seja reportada às autoridades competentes ou encaminhada diretamente a ele, defendendo que os culpados “deveriam ir para a cadeia”.
Repercussão no Congresso e contexto político
Apesar de cobrar medidas enérgicas do Senado, da Câmara dos Deputados e do Departamento de Justiça, o mandatário não apontou suspeitos específicos e tampouco apresentou evidências das supostas ameaças relatadas.
Essas movimentações políticas ganham repercussão logo após o desempenho do Partido Democrata nas eleições legislativas realizadas em 3 de novembro, pleito no qual a oposição assegurou o controle da maioria tanto na Câmara quanto no Senado.






