Os moradores do município de Goiatins, localizado na região norte do Tocantins, vão às urnas neste domingo (25) para participar de uma eleição suplementar e escolher novos representantes para os cargos de prefeito e vice-prefeito.
Contexto da nova votação
A necessidade de um novo pleito surgiu após a cassação dos mandatos do prefeito Manoel Natalino (Republicanos) e do vice-prefeito Zé Américo Filho (PDT), determinada em abril de 2026 pelo Pleno do Tribunal Regional Eleitoral do Tocantins (TRE-TO) devido a acusações de abuso de poder econômico e captação ilícita de votos.
A defesa dos políticos afastados tentou reverter a situação no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) com pedidos de efeito suspensivo. No entanto, a solicitação foi negada pelo presidente da Corte, desembargador Adolfo Amaro Mendes, que ordenou o cumprimento imediato do acórdão e o afastamento dos gestores.
Candidatos e situação na urna
A disputa atual pela chefia do Executivo municipal conta com a participação de dois nomes: Dida Filgueiras (Podemos) e Max Luz (Solidariedade).
Atualmente, a administração municipal está sob a responsabilidade da vereadora Lilian Maria Ribeiro (Republicanos), que havia registrado candidatura para a eleição suplementar, mas acabou desistindo da corrida eleitoral. Como a renúncia aconteceu perto da data da votação, a foto e o número da chapa dela ainda estarão visíveis na urna eletrônica, fazendo com que eventuais votos direcionados a ela sejam computados como nulos.
Organização do pleito e ordem de votação
De acordo com o TRE-TO, a estrutura logística utilizada na votação municipal será a mesma do segundo turno das Eleições de 2026, aproveitando os mesmos locais de votação, urnas eletrônicas e equipes de mesários.
No momento da votação, os eleitores goiatinenses deverão registrar seus votos seguindo uma ordem específica: primeiro para presidente, em seguida para governador e, por fim, para prefeito. O candidato vencedor assumirá a administração da cidade com mandato válido até dezembro de 2028.






