O presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o senador Flávio Bolsonaro concentraram as últimas mobilizações de rua da campanha presidencial em importantes capitais da região Sudeste neste sábado, marcando a véspera do segundo turno das eleições de 2026.
Caminhada em Copacabana e palanque na avenida Paulista Pela manhã, a agenda do atual presidente começou com uma caminhada na orla de Copacabana, na zona sul do Rio de Janeiro, reunindo apoiadores que ocuparam cerca de cinco quarteirões da avenida Atlântica. À tarde, a mobilização seguiu para a avenida Paulista, em São Paulo, onde ocorreu o encerramento das atividades paulistas com a presença de diversos aliados políticos e ministros.
Durante os discursos, o chefe do Executivo convocou militantes para o grupo de mobilização digital da campanha e fez fortes críticas ao adversário, mencionando temas como direitos trabalhistas e o sistema de saúde. “Mas não é um exército para a guerra, é um exército para a paz, para a democracia. A nossa arma é a urna e a nossa bala é o 13”, afirmou. Em São Paulo, o candidato também reforçou as críticas ao oponente ao declarar que “jamais imaginou” disputar o pleito com “um miliciano”, acrescentando que “uma pessoa dessa não tem condições políticas, morais e éticas para chegar à Presidência da República”.
Ato na praça da Liberdade e encerramento na Barra da Tijuca Enquanto isso, a campanha oposicionista movimentou a região central de Belo Horizonte pela manhã, reunindo eleitores na praça da Liberdade, na Savassi. O evento contou com a presença de governadores e parlamentares aliados em cima de um trio elétrico, culminando a chegada de uma motociata organizada pelos apoiadores do Partido Liberal.
O encerramento oficial da agenda do candidato do PL ocorreu no Rio de Janeiro, com concentração na Praça do Ó, na Barra da Tijuca, seguida por uma caminhada até a residência do ex-presidente Jair Bolsonaro. O ato final foi estruturado como uma demonstração de força política na reta decisiva que antecede a votação nacional deste domingo.






