Criado em 2018, o serviço de verificação de informações Fato ou Fake reúne profissionais de sete redações diferentes para auditar declarações públicas, entrevistas e confrontos políticos em períodos eleitorais.
Critérios de seleção e o que entra na mira da auditoria
O foco do trabalho recai sobre conteúdos virais e declarações com impacto direto no debate público que possam ser verificados de maneira imparcial. A apuração segue rigorosamente preceitos de isenção, correção e agilidade.
Por outro lado, o projeto descarta a análise de opiniões, previsões sobre o futuro, boatos, ofensas e teorias da conspiração. O objetivo é manter o foco estritamente em dados objetivos e fatos verificáveis.
Como é feita a apuração durante os debates ao vivo
Durante os confrontos televisionados, repórteres e editores acompanham a transmissão em tempo real enquanto a tecnologia auxilia na transcrição integral das falas. Cada declaração selecionada é distribuída individualmente para apuração.
O tempo necessário para concluir uma verificação varia conforme a complexidade do tema. Enquanto dados estatísticos oficiais permitem respostas rápidas, investigações mais profundas exigem consulta a documentos, registros históricos e entrevistas com especialistas.
Classificação das informações e divulgação dos resultados
Para categorizar o grau de veracidade das declarações analisadas, a editoria emprega três classificações distintas: #FATO, #NÃOÉBEMASSIM e #FAKE.
Em coberturas especiais, como debates presidenciais, mais de 30 profissionais atuam de forma integrada para publicar as primeiras checagens ainda durante a exibição do programa, com atualizações contínuas pela madrugada nos portais de notícias e programas de televisão.






