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Nikolas Ferreira acusa cantor Rubel de censurar nordestinos

Nikolas acusa cantor de ‘silenciar’ nordestinos

O deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) apontou o cantor Rubel como responsável por “silenciar” moradores da região Nordeste que direcionaram críticas ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

A polêmica nas redes sociais Conforme o parlamentar, o artista esquerdista teria solicitado a remoção da trilha sonora, o que acabou comprometendo o entendimento da produção audiovisual batizada de “O Nordeste que foi esquecido”.

O material audiovisual em questão exibe uma série de depoimentos de nordestinos relatando abandono e descaso da administração federal. Devido à restrição impuesta na plataforma de imagens, quem acessa a publicação consegue visualizar apenas o conteúdo visual, embora o material continue completo na rede social X.

Impacto e repercussão da gravação Com cerca de três minutos, a postagem rapidamente alcançou grande repercussão, ultrapassando a marca de 100 milhões de visualizações em poucas horas. Segundo o deputado do PL, o artista acionou a Sony, gravadora detentora dos direitos da música de fundo, para derrubar o som.

Em postagem na internet, o parlamentar criticou a atitude: Nikolas: “Um petista calou a voz dos nordestinos” “No fim, um petista calou a voz dos nordestinos”, declarou o congressista, fazendo um apelo para que o músico libere a utilização da faixa. “Nada mais simbólico.”

Detalhes da produção e acusações A trilha sonora utilizada é a canção Grão de Areia, fruto da parceria entre Rubel e Xande de Pilares lançada em 2023. O material reúne relatos de cinco moradores de Luís Eduardo Magalhães, município situado no oeste baiano, que apontam escassez de recursos financeiros, remédios, saneamento básico e segurança pública.

Em nova gravação, o deputado questionou a postura do músico: “Qual é o teu medo de deixar o nordestino falar?”, indagou o parlamentar, que criticou o cantor. “Você é um patife, sem-vergonha.”

Para o congressista, o bloqueio prejudica diretamente os cidadãos que compartilharam seus relatos. Ao final do dia, o deputado compartilhou uma conversa com uma das moradoras presentes na gravação, identificada como Hermínia, que questionou o cerceamento: “Por que o nordestino não pode falar o que ele é?”

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