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Donald Trump aponta guinada conservadora na América do Sul e elogia líder colombiano

Trump afirma que América do Sul está se tornando extremamente conservadora: ‘Passou a prosperar’

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, declarou nesta terça-feira (20) que a América do Sul vive uma rápida transformação política e que a região “está se tornando um lugar novo e diferente”, durante conversa com repórteres no Salão Oval.

Guinada política no continente

Para o líder republicano, o cenário político sul-americano mudou de direção de forma drástica nos últimos tempos, abandonando o alinhamento esquerdista que predominava anteriormente.

“Num período curto de tempo, a América do Sul está se tornando extremamente conservadora”, disse Trump a jornalistas no Salão Oval. “Na América do Sul, estava tudo pendendo fortemente para a esquerda. Agora está tudo à direita”, afirmou.

O mandatário norte-americano também destacou que a região passou a prosperar e se desenvolver de maneira acelerada após essa mudança de rumo ideológico.

Elogios na Colômbia e críticas à Europa

Embora não tenha mencionado o Brasil, Trump fez elogios públicos ao presidente da Colômbia, Abelardo De la Espriella, destacando sua postura firme e sua simpatia política.

“El Tigre. Sabe, eles o chamam de El Tigre por um motivo porque ele é um cara durão”, disse. Em seguida, completou: “Mas ele sempre foi muito pró-Trump Quando as pessoas gostam de mim, eu gosto delas”

Ainda durante a conversa com a imprensa, o republicano direcionou críticas severas à condução da política migratória pelos países europeus e apontou problemas de segurança no território europeu.

“A Europa precisa mudar seus métodos, ou você não vai ter Europa sobrando”, afirmou, ao citar as manifestações na França.

Cenário eleitoral na França

Ao ser questionado sobre o pleito presidencial francês e uma possível demonstração de apoio à figura de Marine Le Pen, o chefe de Estado americano pontuou que não possui convívio pessoal com ela, mas ressaltou que a política sofreu punições severas consideradas desproporcionais.

“Achei que ela foi maltratada”, declarou. Para ele, o episódio “pareceria uma instrumentalização” e, depois do caso, Le Pen teria se consolidado como “a voz conservadora” do país.

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