Comércios situados em Cabo Frio, na Região dos Lagos do Rio de Janeiro, sofreram com a ação de criminosos em um intervalo de apenas cinco dias. Os episódios ocorreram entre segunda-feira (2) e sexta-feira (6), sendo integralmente capturados por sistemas de monitoramento por vídeo.
Furto de celular em loja de roupas
O episódio mais recente se deu na sexta-feira (6), perto das 18h, em uma loja de roupas situada no bairro Itajuru. Os registros em vídeo mostram um indivíduo aproximando-se do balcão enquanto avalia a dinâmica do estabelecimento comercial.
Aproveitando um momento de distração em que acreditava não estar visível, ele subtrai o aparelho telefônico pertencente a uma cliente que estava no estabelecimento. Na sequência, o suspeito esconde o telefone no bolso, efetua uma compra comum e vai embora do local tranquilamente.
Invasão a açougue na madrugada
O outro delito aconteceu no período da madrugada de segunda-feira (2), por volta das 3h, tendo como alvo uma loja de carnes situada na Avenida Teixeira e Souza, na região central do município.
Conforme relatado pelo dono do comércio, o indivíduo invadiu o estabelecimento rastejando por baixo da porta. Os registros visuais evidenciam o suspeito transitando pelas dependências internas, cruzando a área da cozinha com destino direto à seção do escritório.
No cômodo administrativo, o invasor vasculhou a mesa da gerência, remexendo papéis e buscando itens de valor. O comerciante confirmou que foram subtraídos telefones celulares e uma quantia aproximada de R$ 600 em espécie, além de ter formalizado um boletim de ocorrência sobre o caso.
Orientações das autoridades policiais
Em nota oficial, a Polícia Militar destacou o papel fundamental de que os cidadãos afetados comuniquem a corporação imediatamente após constatarem a ocorrência de furtos.
De acordo com a diretriz da instituição, a comunicação rápida viabiliza que as guarnições iniciem as diligências com maior agilidade, elevando a probabilidade de reconhecimento, rastreamento e detenção dos autores dos delitos.
A corporação também aconselha que as vítimas formalizem o registro policial e guardem eventuais gravações de câmeras de segurança, materiais considerados cruciais para dar suporte às investigações conduzidas pelas autoridades.






