O líder supremo do Irã, aiatolá Mojtaba Khamenei, determinou que qualquer nível ou tipo de ameaça contra o país receba uma resposta “imediata, de alto impacto e sem restrições geográficas”.
Atualização de alvos estratégicos A diretriz foi estabelecida durante encontro com chefes militares do alto escalão das Forças Armadas da República Islâmica. Na ocasião, a liderança exigiu a modernização completa do banco de dados de alvos militares, visando colocar ativos físicos e virtuais dos Estados Unidos e de Israel sob alcance iraniano.
Reação e inteligência militar Através de um comunicado veiculado em um canal do Telegram, o aiatolá afirmou que, caso ocorra uma nova onda de ofensivas militares ou terroristas por parte de rivais, a definição de quando e como o conflito chegará ao fim ficará a cargo do povo e das Forças Armadas do território iraniano. Além disso, o religioso pontuou a relevância de intensificar a inteligência de guerra, aprimorar a doutrina de defesa e expandir o uso de tecnologias avançadas.
Alianças e prontidão nas fronteiras Durante a reunião estratégica, o chefe do Estado-Maior Conjunto, major-general Abdollahi, o comandante do Exército, major-general Hatami, e o comandante da Guarda Revolucionária (IRGC), major-general Vahidi, reportaram elevado estado de prontidão nas costas do Golfo Pérsico, no Estreito de Ormuz, no Mar de Omã e nas fronteiras do país, além do aumento na produção de munições e armamentos.
Para o governo do país persa, a articulação junto à cooperação da “Frente de Resistência” na região regional e a “unidade dos domínios operacionais” representam pontos centrais na consolidação de um novo cenário geopolítico de segurança na Ásia Ocidental.






