Chefes de Estado, governantes e lideranças políticas de diversas nações se manifestaram neste domingo (25.out.2026) e no início da segunda-feira (26.out) para cumprimentar o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) por sua reeleição. O petista garantiu o triunfo ao superar o senador Flávio Bolsonaro (PL) na disputa pelo Palácio do Planalto, alcançando 51,79% dos votos válidos contra 48,21% do adversário, assegurando assim o seu quarto mandato presidencial com posse marcada para 5 de janeiro de 2027.
Parceiros regionais e o primeiro-ministro do Canadá
Entre os primeiros a se pronunciar estiveram líderes da América Latina, do Caribe e autoridades globais. O primeiro-ministro do Canadá, Mark Carney, destacou o fortalecimento da parceria bilateral e sugeriu a expansão de trocas comerciais, preservação ambiental e cooperação mútua.
A presidente do México, Claudia Sheinbaum, celebrou a democracia e afirmou que o “povo brasileiro” venceu. Por sua vez, o presidente do Chile, José Antonio Kast, relatou ter telefonado para o petista com o intuito de estreitar a integração econômica e o combate ao crime organizado na região.
Mensagens da América do Sul e Caribe
Do Peru, a presidente Keiko Fujimori enviou felicitações às vésperas do bicentenário das relações diplomáticas entre as nações, enfatizando a cooperação para o desenvolvimento sustentável da Amazônia. O cubano Miguel Díaz-Canel classificou o resultado como histórico para a continuidade de políticas de paz e justiça social.
O equatoriano Daniel Noboa apontou que os países enfrentam desafios e “inimigos em comum”, enquanto o panamenho José Raúl Mulino confirmou a continuidade da cooperação entre os governos. Já o uruguaio Yamandú Orsi telefonou para o aliado, classificando-o como amigo e exaltando a força do pleito democrático.
Integração, comércio e ex-presidentes
O paraguaio Santiago Peña apostou na continuidade de uma agenda voltada ao bem-estar social, e o boliviano Rodrigo Paz resgatou a história e os desafios compartilhados entre as nações vizinhas.
Ex-mandatários também marcaram posição. Gabriel Boric agradeceu ao petista por manter a esperança viva, e Evo Morales celebrou a união latino-americana. Alberto Fernández relembrou a trajetória política do brasileiro, enquanto Cristina Kirchner comparou a mobilização popular a um “17 de outubro eleitoral”.
Fechando o bloco regional e caribenho, o primeiro-ministro das Bahamas, Philip Davis, o presidente da Guiana, Irfaan Ali, e a primeira-ministra de Barbados, Mia Mottley, ressaltaram pautas climáticas, comércio e justiça social. Até o fechamento desta reportagem, os governantes da Argentina, Javier Milei, e dos Estados Unidos, Donald Trump, não haviam emitido manifestações públicas.






