Uma mesária que atuava na Escola Classe 22 do Gama, localizada no Distrito Federal, foi acusada de realizar boca de urna durante a votação deste domingo (25). A denúncia foi oficializada pelo secretário de Segurança Pública Alexandre Patury durante entrevista coletiva.
Afastamento e procedimentos legais
Após a constatação da irregularidade, as autoridades competentes adotaram as medidas cabíveis. Foi elaborado um termo circunstanciado de ocorrência, enquanto o juiz eleitoral emitiu a notificação formal para o desligamento imediato da suspeita do posto de trabalho na seção.
Em seguida, a mulher precisou ser escoltada para fora do estabelecimento de ensino por agentes da Polícia Militar.
Outros registros e celulares apreendidos
Durante o balanço apresentado à imprensa, o secretário também pontuou que dois eleitores acabaram surpreendidos tirando fotos dentro das salas de votação.
“Não é uma ocorrência que foi configurada como crime, mas uma infração administrativa em que elas foram notificadas e deixaram o celular”, disse Patury.
Canais de denúncia e atendimento
Para coibir novos abusos e irregularidades, a população conta com equipes especializadas. Os casos suspeitos de crimes eleitorais podem ser comunicados diretamente através do número 190, que conta com atendentes direcionados exclusivamente para essas demandas.
Além disso, cada zona eleitoral dispõe de uma dupla de policiais militares posicionada especificamente para atender ocorrências dentro das seções. Até o momento do fechamento deste balanço, o canal de emergência contabilizou cerca de 20 chamados relacionados ao pleito.






