O presidente Luiz Inácio Lula da Silva expressou forte confiança na gestão de Gabriel Galípolo à frente da autoridade monetária brasileira. Em entrevista concedida à TV Globo, o chefe do Executivo destacou a competência do economista na condução do órgão.
Avaliação sobre a autonomia do Banco Central Questionado sobre a possibilidade de reverter a autonomia da instituição financeira caso seja reeleito, o petista esclareceu que essa pauta não figura como prioridade em seu plano de governo.
A pressão pela redução dos juros básicos Apesar dos elogios ao dirigente, o mandatário cobrou publicamente uma diminuição nos índices da economia. A taxa Selic atualmente está fixada em 13,75% ao ano, patamar alcançado após cinco reduções consecutivas registradas ao longo de 2026, saindo dos 15% anuais em que permaneceu desde junho de 2025.
Cenário externo e os impactos locais Segundo o presidente, a descompressão das taxas ocorrerá gradualmente conforme o cenário internacional se estabilize. Ele apontou conflitos bélicos, flutuações cambiais e a inflação global como fatores determinantes para o atual panorama financeiro.
Perspectivas para o futuro do país O líder do governo reforçou que o país tem arcado com custos expressivos para blindar a população dos reflexos das crises internacionais, mencionando a subvenção aos combustíveis. Apesar das dificuldades, o presidente demonstrou otimismo quanto ao desenvolvimento econômico nacional para os próximos anos.






