O governo norte-americano liderado pelo presidente Donald Trump impôs restrições de visto a 61 indivíduos associados a administrações passadas na Bolívia e na Colômbia. A decisão abrange autoridades e ex-funcionários públicos dos dois países sul-americanos, integrando uma ofensiva regional contra o tráfico de drogas e atos de corrupção, conforme detalhado pelo Departamento de Estado dos Estados Unidos.
Ação atinge aliados de Arce e Petro Do total de punidos, 40 pertencem à Bolívia, com ligações diretas à gestão do ex-presidente Luis Arce, enquanto 21 alvos estão na Colômbia, vinculados ao governo de Gustavo Petro. O órgão diplomático estadunidense declarou que o objetivo das sanções é dar suporte aos atuais governantes no enfrentamento a facções criminosas.
Detalhamento das punições por país No território boliviano, as sanções recaem sobre 15 cidadãos e respectivos familiares diretos, englobando legisladores, juízes, procuradores e antigos oficiais de agências de segurança e investigação. Na Colômbia, a medida alcança sete pessoas juntamente com seus núcleos familiares.
Base legal da decisão A aplicação das restrições ocorreu com amparo na Lei de Imigração e Nacionalidade dos Estados Unidos. A legislação concede autoridade ao secretário de Estado para vetar a entrada de cidadãos estrangeiros quando “houver motivos para considerar que sua entrada no país ou suas atividades possam provocar consequências negativas para a política externa americana”, conforme esclarecido em comunicado oficial.






