Ampliar o alcance político para além da base tradicional e conquistar o eleitorado jovem foram as principais metas da pré-campanha de Flávio Bolsonaro.
Nova linguagem nas redes sociais
Conforme apuração divulgada pela emissora Jovem Pan, o senador incorporou vídeos, trilhas sonoras, coreografias e uma comunicação bastante descontraída em seus canais digitais com o intuito de abrandar a própria imagem pública.
Essa movimentação tática visava dialogar diretamente com o eleitorado de centro e com os indecisos, segmentos vistos como estratégicos em um cenário de forte polarização nas urnas presidenciais.
Controvérsias e reações da direita
Para se aproximar de públicos até então distantes do bolsonarismo e tentar exibir uma figura menos rígida e mais próxima da população, a equipe de articulação chegou a empregar funk, gravações de dança e até mesmo elementos de linguagem neutra nas postagens.
A iniciativa, contudo, acabou desagradando setores específicos do próprio campo conservador, que criticaram abertamente a guinada na comunicação digital do parlamentar.
A tentativa de reposicionamento evidencia os desafios enfrentados por lideranças políticas tradicionais na busca por renovação de público e engajamento nas plataformas digitais.






