O candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) declarou, nesta quarta-feira (21.out.2026), que Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como Lulinha e filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), acumulou fortuna por intermédio de acordos firmados com a administração federal. A acusação ocorreu em um evento de campanha realizado em Guarulhos, no estado de São Paulo, a apenas quatro dias da realização do segundo turno da disputa eleitoral pelo Palácio do Planalto.
Contexto da trajetória profissional citada pelo senador De acordo com o parlamentar, Lulinha atuava como vigia de zoológico no ano de 2002 e, com a ascensão do pai ao comando do país, ingressou como sócio em uma empresa que teria obtido R$ 132 milhões em contratos com o governo federal. O candidato não especificou a origem de tal informação nem o intervalo temporal exato dos repasses mencionados.
Duras críticas e comparação familiar Durante o discurso, o candidato do PL elevou o tom contra o atual chefe do Executivo e diferenciou sua própria história da do herdeiro do petista.
“Lula, não me confunda com o seu filho, eu sou filho do Bolsonaro. Não sou um ladrão igual ao seu filho”, disse Flávio.
Desafio sobre quebra de sigilos O político também comentou a provocação feita anteriormente por Lula para que ele revelasse seus dados bancários e de comunicações. O senador afirmou concordar com a medida, desde que o presidente também aceite cumprir exigências estipuladas por ele.
Até o fechamento desta reportagem, a assessoria de imprensa do atual presidente e a defesa de Fábio Luís não haviam retornado aos contatos feitos pela reportagem para comentar os ataques desferidos durante o comício paulista.






